Olhando pela janela eu vejo prédios, estáticos, sem vida, milhares de janelas sem ação, nessa visão panorâmica, nada se move, o balançar das árvores sobre o vento não existe mais, a cidade vista daqui é morta, até que em um momento, essa monotonia é quebrada, por uma única ave negra no horizonte, que paira e some de minha vista.