sábado, março 11, 2006

Às duas horas da manhã


Às duas horas da manhã, não tenho nem sei o que fazer,
Tento encontrar um motivo explícito para não pensar em você,
Os minutos passam, o sono vem, mas,
Sabendo que acordarei sem você, isso me detém,
Meu amor por você cresce,
Proporcionalmente a dor de não ter você comigo.
O que eu quero apenas, é em teus braços encontrar abrigo,
Esquecer os dias mal dormidos,
E a falta que me faz o seu sorriso.